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Sidon Silva

Nasci em 1968 no subúrbio carioca do Méier, onde desde criança me interessei pela batucada. Segundo minha mãe, aos quatro anos, enquanto ela fazia seus afazeres domésticos, eu ficava sentado no chão batucando uma latinha. Mais tarde, já na escola, eu incitava a galera na sala de aula para o batuque, uma atividade proibida e logo, reprovada pelos inspetores.

Aos 15 anos , já morando no Botafogo, tive o primeiro kit de bateria, formado por uma caixa e um prato, e, ao lado dos amigos do prédio, tentava tocar as múcicas do Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabath, Rush...

Um pouco depois de minha insistência, consegui comprar um kit completo , que era uma bateria Gope com caixa Pinguim, na qual eu tirava um som sem pretensão de me proffissionalizar e sem preocupação com o estudo.

Aos dezoito anos, como todo jovem, me alistei e não consegui sobrar.Fui parar na base aérea do Galeão, onde após 6 meses de quartel, você é designado para alguma sessão , e a minha foi a Banda Marcial.

Após tirar meu tempo na FAB, procurei o baterista Élcio Cáffaro para ter aulas. Nesta época coomecei a trabalhar como roadie e caí na estrada, que me rendeu uns trê ano de serviço, e , paralelamente , continuava tocando em bares, até que tive que optar apenas pela música.

Em 90, Antônio Saraiva montou um espetáculo com suas músicas, onde não havia bateria, e sim, quatro percussionistas. Um deles era Celso Alvin, companheiro até hoje na Parede. Este trabalho me pôs em contato com os ritmos brasileiros que andavam meio de lado. Em 92, já mais percussionista que baterista , fui chamado pelo Saraiva para participar do show da cantora Arícia Mess, onde conheci o Pedro Luís, o C.ª e o Mário Moura. Por cinco anos tocamos juntos nesse trabalho e, paralelamente em outras gigs.

Nessa época, conheci Léo Leobons, que é um mestre da cultura afro-cubana e , atualmenteestudo com ele, os ritmos da Santeria cubana, tocados nos Batás.

Há quatro anos formamos a Parede e, de lá pra cá, viemos desenvolvendo um som que tem uma característica e uma preocupaçãoem ser dançando, com a presença forte da batucada. Na elaboração dos arranjos, nos procupamos em preencher o espectro das frequências, respeitando os espaços, ou as vezes trabalhando em naipe. Costumo dizer assim: "ou tá todo mundo uníssono, ou tá onde outro não tá."

(Biografia feita pelo próprio Sidon para o site)

Onde achar Sidon?

Olhos de Farol ( Ney Mato Grosso)

Farofa Carioca (Índio)

Astronauta Tupy (Plap)

É tudo 1 real (Plap)

Samba de cartola

Marcos Sacramento (Caracane)

- Chegança

Rabo de Lagartixa

Rita Peixoto e Carlos Fuchs (Na minha cara)

Instrumento que Sidón usa:

Na parede , os percussionistas trocar me instrumentos.... aí vão alguns:

-Latas

-Calotas

-Congas

-Barril de chopp

-Triângulo

-tamborim

-pandeiro

-caixa

-repique

-pratos

-muitos objetos e utensílios do dia a dia que fazem som